domingo, 13 de setembro de 2015

Cotas pra que?

A sociedade atual através de um sentimento de justiça histórica vem promovendo a segregação das classes menos favorecidas nos séculos de existência do Estado, visando esta correção implanta um sistema discriminatória do ponto de vista pratico.

Partindo do principio que estaríamos isolando o problema para colocar todos no mesmo nível de concorrência, isso na pratica pode gerar certo desconforto por parte de ambos os lados, sendo o principal argumento dos defensores deste ato o ajuste na injustiça que a escravatura no Brasil impôs aos negros, índios e pardos, devem considerar que a historia não será mudada por um ato do presente e tão somente o futuro não será definido com esta equiparação impositiva.

Essas teoricamente minorias favorecidas por esta iniciativa, uma vez sendo enquadradas nesta modalidade, abriram precedente de inferiorizarão e possível hostilidade, pois se devem ter um espaço reservado para que entrar automaticamente se acredita que não são capazes intelectualmente para competir de igual com todos os outros, sendo assim está classificação cria todo um novo problema.


Assim sendo no conceito histórico o que foi feito no passado define muito a situação atual, mas como é algo imutável deve-se concentrar em criar ambiente favorável para todos e assim à ampla concorrência em todas as áreas, tanto do conhecimento quanto a de mercado não necessitada desses meandros para se sustentar, as distorções no processo estatístico sempre mostrara um cenário desfavorável tendo em vista que a porcentagem de amostragem tem mais grupos dos desvalidos do que dos abastados, e o objetivo do Estado é dar condições ao individual e não o impor o caminho.

domingo, 6 de setembro de 2015

Padrão de Beleza

Todo este cenário que se apresenta de padrão de beleza é produto das mudanças dos últimos séculos, hoje com as conquistas das mulheres no meio social e político acabou por expor e criar todo um mundo novo, que esta sendo fortemente explorado pela mídia assim oprimindo a mulher moderna diminuindo sua autoestima.

Nas peças publicitárias e na mídia televisiva em geral é apresentado sempre o mesmo formato de beleza com raras exceções, vemos modelos magérrimas, altas e na sua maioria brancas, quando não temos mulheres que seguem a receita que mais atrai o publico masculino, com medidas exuberantes quase sempre montadas em procedimentos cirúrgicos, todo isso contribui e muito para que todos estes consumidores busquem ser ou ter estes padrões.

Em contrapartida a juventude é criada neste ambiente hostil de busca da perfeição corporal, flagelando todos os que não conseguem e os abandando em suas preocupações existenciais, assim sendo a autoestima é rebaixada causando varias consequências traumáticas que se arrastam por toda a vida, criando assim um adulto frustrado, muito disso é fruto que de a mídia impõe e a opinião publica confirma estes jovens tanto não são aceitos em referencia aos meios de comunica e tão pouco nos círculos sociais existentes, oprimidos por todos os lados nesta nova sociedade.


Mas para tudo isso a uma solução muito obvia, a sociedade não é o que a mídia apresenta, os padrões vigentes são modificados a gosto dos usuários, para que todos sejam aceitos com suas diferenças é necessário uma aceitação coletivo, que vai ser imposta pelos próprios participantes da sociedade, falta o entendimento de que todo meio de comunicação esta ai para ser guiado pelo desejo popular e não o contrario.

sábado, 27 de junho de 2015

Redução da Maioridade Penal no Brasil

Maioridade Penal no Brasil
Há tempos a sociedade brasileira vem sofrendo com o uso de menores de idade nos mais diversos crimes, os criminosos usam as falhas da legislação para não serem punidos, transferindo aos menores toda a responsabilidade pelos seus atos e em contrapartida os legisladores estudam reduzir a maioridade penal visando ampliar o alcance da lei.

Neste caso especifico o que se esta em debate também é o fato de que muitos destes menores encontram no crime ambiente desfavorável para seu desenvolvimento social mesmo inconscientemente, a lei em si tem um duplo papel na sociedade de punir e também de alertar ao potencial criminoso quais as consequências de seus atos, o jovem estando passível de ser punido terá menos predisposição para infringi-la.

Na maioria dos casos existe sempre um pensamento por parte do infrator de transferência de responsabilidade, coloca-se a culpa ou delegasse o ato criminoso a apenas um individuo, justamento por ter o conhecimento de que não está presente na lei a punição severa para este, por ser menor.

Por outro lado o grande receio da população é que no sistema prisional brasileiro, superlotado e falho o menor seja inserido em um ambiente que não proporciona uma melhora no seu discernimento de como é prejudicial para si mesmo e para os outros os atos praticados, todavia a sociedade em geral assume o risco de prejudicar em parte e temporariamente os que escolheram este caminho em prol da segurança.


A sociedade e seus legisladores devem consensualmente ampliar e tornar a lei mais rigorosa, corrigir as falhas na ressocialização dos detentos, colocando em pratica tudo o que está previsto em lei e repensar muitos pontos do código penal, e por fim realmente investir na juventude, pois mais eficiente que punir e prevenir a criminalidade.